A
prática de atividade física, sem dúvida, ajuda o nosso corpo a ficar
fortalecido e longe de uma série de doenças. Agora, o estudo realizado
pelo Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual
(Iamspe) mostra que os exercícios podem fazer com que os idosos busquem
unidades hospitalares com menos frequência. Os resultados serão
publicados ainda esse ano na Revista Brasileira de Medicina do Esporte.
Durante um ano, foram analisados dois grupos de pacientes com média de idade de 79 anos. O primeiro, com 48 idosos, praticou atividade física durante seis meses. Já o segundo, com 44, abriu mão dos exercícios neste mesmo período. Passados os seus meses, a amostragem foi avaliada a partir de entrevista e prontuário médico. O levantamento constatou redução de 35% no uso da unidade hospitalar por parte do grupo que praticou atividade física, comparado ao sedentário.
Houve também diminuição considerável no número de cirurgias, internações, exames de alta complexidade, uso do pronto-socorro e consultas ambulatoriais entre aqueles que fizeram exercícios. Para o especialista em medicina do esporte Samir Salim Daher, do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE) e coordenador do estudo, a prevenção por meio das atividades físicas traz vantagens aos pacientes e também às unidades hospitalares, desocupando leitos e evitando a realização de procedimentos de maior complexidade. "Para um hospital como o HSPE, onde 60% dos pacientes internados são da terceira idade, a prevenção pode beneficiar outras pessoas que necessitam de atendimento médico", destaca.
Terceira-idade: mudanças dessa fase afetam paladar, equilíbrio e até olfato
Por muito tempo os idosos foram considerados sinônimos de invalidez, como se fossem velhinhos que não entendem muito bem o que falamos ou que não consegue fazer nada sozinho - mas isso está longe de ser verdade. Hoje vemos muitos homens e mulheres com mais de 60 anos que estão ativos, levando suas vidas com saúde e um sorriso no rosto. No entanto, é importante entender que mesmo com essa mudança de paradigma, o envelhecimento chega acompanhado de certas mudanças que na maioria das vezes são deixadas de lado. "Muitas pessoas se preocupam com o declínio cognitivo e ossos mais fracos, mas há outras preocupações menos conhecidas que merecem atenção", explica o geriatra Roberto Dischinger, responsável pelo residencial para a terceira-idade Lar Sant'ana, em São Paulo. É importante estarmos cientes dessas mudanças para poder encontrar as melhores formas de contorná-las ou preveni-las, incentivando o envelhecimento saudável. "Cuidados com a alimentação, prática de exercícios, controle de estresse e doenças, assim como consultas médicas periódicas, têm relação direta com a manutenção da qualidade de vida e a prevenção de doenças desde a juventude", afirma o geriatra. Confira quais são as mudanças desconhecidas da terceira idade e entenda melhor esse processo:
Durante um ano, foram analisados dois grupos de pacientes com média de idade de 79 anos. O primeiro, com 48 idosos, praticou atividade física durante seis meses. Já o segundo, com 44, abriu mão dos exercícios neste mesmo período. Passados os seus meses, a amostragem foi avaliada a partir de entrevista e prontuário médico. O levantamento constatou redução de 35% no uso da unidade hospitalar por parte do grupo que praticou atividade física, comparado ao sedentário.
Houve também diminuição considerável no número de cirurgias, internações, exames de alta complexidade, uso do pronto-socorro e consultas ambulatoriais entre aqueles que fizeram exercícios. Para o especialista em medicina do esporte Samir Salim Daher, do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE) e coordenador do estudo, a prevenção por meio das atividades físicas traz vantagens aos pacientes e também às unidades hospitalares, desocupando leitos e evitando a realização de procedimentos de maior complexidade. "Para um hospital como o HSPE, onde 60% dos pacientes internados são da terceira idade, a prevenção pode beneficiar outras pessoas que necessitam de atendimento médico", destaca.
Terceira-idade: mudanças dessa fase afetam paladar, equilíbrio e até olfato
Por muito tempo os idosos foram considerados sinônimos de invalidez, como se fossem velhinhos que não entendem muito bem o que falamos ou que não consegue fazer nada sozinho - mas isso está longe de ser verdade. Hoje vemos muitos homens e mulheres com mais de 60 anos que estão ativos, levando suas vidas com saúde e um sorriso no rosto. No entanto, é importante entender que mesmo com essa mudança de paradigma, o envelhecimento chega acompanhado de certas mudanças que na maioria das vezes são deixadas de lado. "Muitas pessoas se preocupam com o declínio cognitivo e ossos mais fracos, mas há outras preocupações menos conhecidas que merecem atenção", explica o geriatra Roberto Dischinger, responsável pelo residencial para a terceira-idade Lar Sant'ana, em São Paulo. É importante estarmos cientes dessas mudanças para poder encontrar as melhores formas de contorná-las ou preveni-las, incentivando o envelhecimento saudável. "Cuidados com a alimentação, prática de exercícios, controle de estresse e doenças, assim como consultas médicas periódicas, têm relação direta com a manutenção da qualidade de vida e a prevenção de doenças desde a juventude", afirma o geriatra. Confira quais são as mudanças desconhecidas da terceira idade e entenda melhor esse processo:
Dificuldades no paladar
A partir dos 60 anos, é comum ocorrer no idoso uma diminuição na capacidade de perceber gostos doces e salgados dos alimentos, enquanto os sabores ácidos e amargos se mantêm inalterados. "Isso acontece devido à atrofia das papilas gustativas que são responsáveis pelo paladar", diz o geriatra Roberto Dischinger, responsável pelo residencial para a terceira idade Lar Sant'ana. Outro fator que também pode alterar o paladar é o uso de certos medicamentos. O especialista afirma que é esse é o motivo porque os idosos tendem a acrescentar mais sal ou açúcar aos alimentos. "Uma alternativa é acrescentar temperos naturais aos pratos, tais como alho, cebola, cheiro verde, orégano e manjericão, que realçam o sabor dos alimentos e eliminam essa dificuldade", afirma a nutricionista Flavia Medeiros Leite, coordenadora do Programa Crescer e parte da equipe multidisciplinar do Lar Sant'ana. "É importante também que o momento da refeição seja atrativo, com pratos variados e balanceados, pois com a diminuição do paladar o idoso tende a diminuir a ingestão de alimentos, podendo ficar com um quadro de desnutrição."Fonte: http://www.minhavida.com.br/fitness/galerias/16930-exercicios-diminuem-procura-de-idosos-por-unidade-hospitalar
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