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Angela

Nascida no Rio de Janeiro passei  a primeira quinta parte da minha vida aqui, com meus pais e minhas cinco irmãs. Aos 14 anos me mudei para Brasília pois meu pai, funcionário público, foi para lá transferido nos idos de 1964. Em fevereiro daquele ano lá cheguei; uma terra nova que falava de mudanças intensas. Lá, vi a ditadura de perto com canhões e carros militares pelas ruas em abril, enquanto ía se firmando e aperfeiçoando.
Terminei o antigo ginasial num colégio público, que era o comum na época, que me recebeu de braços aberto, o Setor Leste. Terminei o curso e ingressei no CEMEB, famoso  Centro de Ensino Médio Elefante Branco, onde todos os que queriam estudar, na época deveriam estar; fui para o curso normal, pois minha mãe, preocupada comigo, e se eu casaria cedo, achou que eu deveria estar. No fim de um ano me transferi para o curso científico para de fato me preparar para o vestibular da UnB que era considerado difícil. Eu o fiz três vezes pois, namorando, deixei um pouco os estudos; mas a terceira vez foi para valer e em 1971 ingressei na UnB.
Casei-me em 1970 de modo que quando passei no vestibular já estava grávida de uma gravidez que perdi durante este período, mas, já em 1972 nasceu minha primeira filha, Luciana, que foi cortejada e paparicada por todos os colegas estudantes e professores da escola. No ano seguinte, 1973, nasce a Karina, mais uma filha para ser gostada naquela escola e acompanhada com  o rigor e preocupação de estudantes de medicina. Não parei por aí e em 1974 assustei todos os meus amigos com uma prenhez tubária, que graças à ajuda e dedicação de todos, e apesar da minha teimosia em continuar na escola com uma tubária rota, me saí bem. Fechei a fábrica e continuei na faculdade, que terminei em 1977.
Em 1978 estava de volta ao Rio de Janeiro para a Residência Médica em Radiologia, a especialidade que decidi  fazer na época e que foi toda a minha vida e sustento até aqui. Em 1979, ainda cursando a Residência Médica  fui convidada para trabalhar na cidade de Araruama, cidade para qual na época, fiz uma música  junto com minha irmã Cecília, reconhecendo sua importância, que eu antevia,  na minha vida.  Em 1980 comecei a exercer o cargo de Radiologista no Hospital Souza Aguiar. Em 1983, convidada por amigos, fui dirigir uma unidade de saúde pública na Ilha do Governador, o Centro Municipal de Saúde Necker Pinto, onde permaneci até 1990. No período em que dirigi o Necker,  coordenei a AP3.1(área programática 3.1) onde muito aprendi sobre as necessidades de saúde da população e resolvi fazer especialização em Saúde Pública na ENSP em 1987, saí da direção do Necker mas fiquei ainda na Epidemiologia do serviço por 3 anos, voltando ao Souza Aguiar em 1990, onde permaneci até me aposentar em 1997.
Araruama foi mesmo, como dizia a letra da música que fizemos:  “És caminho pro campo, és caminho pro mar, verdadeiro encanto no meu navegar. Navegar pro futuro sem vela e sem mar...” e estou aqui até hoje.
Em 2006 me encontrava meio triste, meio “deprê” como se dizia antigamente e descobri que na minha cidade, Araruama RJ, havia um organismo fantástico, o CEPHI(Centro de Estudos e Pesquisa do Homem Integral) que procurei e fiz meu primeiro BALANCEAMENTO ENERGÉTICO, com a Dra. Silvia Thereza; me apaixonei pelo método, de modo que em 2007 estava matriculada no curso ministrado por Dra. Silvia, fisioterapeuta,  e Dr. José Roberto, médico ortopedista. Conheci os florais, as homeopatias, as energias, os chacras, enfim um mundo totalmente novo para uma descrente médica radiologista. Mas, nas minhas andanças anteriores,  também estudei, por anos, Astrologia, com a professora Márcia Mattos. Ou seja, lá no fundo eu ainda acreditava numa FORÇA MAIOR que nos une e também nos separa, como bem diz Tereza uma argentina, de Córdoba,  mestre em CONSTELAÇÃO FAMILIAR, outra área fantástica de estudos criada pelo Dr. Bert Hellinger, alemão, à qual também se dedicou minha filha KARINA.
Em 2008 estava pronta. Estava pronta para ingressar de cabeça nesta nova área apaixonante, a HOMEOPATIA. Claro que homeopatia para mim é além de tudo o que aprendi no IHB(Instituto Hannemaniano do Brasil), o estudo da energia, o energizar, o recuperar a energia vital com o que for melhor para esta recuperação. Portanto, aqui estou, pronta para o tratamento, meu, e de quem mais vier.



Constelação Familiar


Benefícios da Homeopatia


Médica apresenta vantagens da homeopatia no tratamento da ansiedade

As características da sociedade atual, como competitividade, excesso de trabalho e cobranças sociais, contribuem para o desenvolvimento da ansiedade. A preocupação com a questão foi tratada, no final da tarde desta sexta-feira (6), na Assembleia Legislativa. A Associação dos Familiares, Amigos e Portadores de Transtorno de Ansiedade (Aporta), em conjunto com a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da AL, promoveu a palestra sobre o uso da homeopatia para aliviar os sintomas da ansiedade.

O tema foi abordado pela médica, especialista em homeopatia, Maria Julia Spina. A especialista, que também é médica da família, abordou conceitos da homeopatia unicista, ou seja, aquela que usa uma medicação de cada vez. Dentre as vantagens referidas pela palestrante, destaca-se, no uso de homeopatia em pacientes com transtorno de ansiedade, a ausência de efeitos colaterais e de dependência química. Segundo ela, os medicamentos alopáticos sempre geram dependência e, quando um paciente inicia um tratamento homeopático, a meta é reduzir progressivamente a alopatia. Maria Julia também recomenda que o tratamento homeopático seja acompanhado de terapias.
 
A ansiedade, que conforme a etimologia da palavra está relacionada à angústia, tem sintomas variáveis, podendo ser orgânicos e expressos em públicos, como roer as unhas, vontade de ir ao banheiro às vésperas de um evento importante e taquicardia. A médica explica que, inclusive, existem medicamentos orgânicos específicos para situações que provocam ansiedade.
 
“A homeopatia vê o ser como integral”, explicou Maria Julia. De acordo com ela, esse conceito é fundamental porque, para se chegar na medicação homeopática, deve ser feito um estudo muito detalhado do paciente. “A consulta pode levar até duas horas. O médico filtra elementos emocionais e físicos”. Os medicamentos podem se apresentar em gotas, glóbutos, tabletes, chicletes, papelotes e sprays.
A Ong
A Aporta, uma organização não-governamental que atua em Porto Alegre desde 2004, tem por objetivo promover a conscientização profissional e pública sobre Transtornos de Ansiedade, além de orientar sobre hábitos saudáveis para melhorar a qualidade de vida. No início da palestra, a presidente da Ong, Ivone Feijó Ribeiro, apresentou o trabalho realizado pela instituição. Segundo ela, quem deseja participar das atividades deve contatar a Ong pelo telefone 30610552, para agendar um horário com o plantão psicológico. Mais informações podem ser obtidas pelo site http://www.aporta.org.br/.

Fonte:  http://al-rs.jusbrasil.com.br/noticias/1998260/medica-apresenta-vantagens-da-homeopatia-no-tratamento-da-ansiedade

Homeopatia: Modo de Usar

Este Texto se destina a tirar algumas dúvidas sobre o uso dos medicamentos Homeopáticos. De início, é conveniente que se conheça o trabalho árduo do Farmacêutico Homeopático. Assim se terá uma idéia mais clara de como conservar e tomar corretamente os medicamentos Homeopáticos. 
Afinal é graças ao trabalho do Farmacêutico Homeopático competente que se pode ter garantia de que o medicamento terá o efeito já comprovado para que se realize o tratamento, como foi previsto pelo Médico Homeopata.

 
O que é um medicamento homeopático
Há medicamentos Homeopáticos de origens animal, vegetal e mineral. A matéria-prima utilizada varia de substâncias inertes (sem efeito terapêutico para a Alopatia, como o Lycopodium) a venenos (de animais peçonhentos), até mesmo outras substâncias de uso terapêutico bem conhecido por todos nós. 
Na Homeopatia, tudo é possível: por exemplo, a dor que é eventualmente produzida por uma substância, será curada por esta mesma substância em doses diminutas, segundo as Leis dos Semelhantes.
E a Bula ??
Alguns pacientes que se tratam com a Homeopatia esperam poder ler bulas de seus medicamentos. Seria praticamente impossível satisfazê- los. Afinal, a medicação homeopática é individual. Só serve para um determinado paciente aquele medicamento específico que o Médico Homeopata prescreveu. Então, a bula de um medicamento Homeopático de um paciente será diferente da de outro, mesmo quando a substância utilizada for a mesma. Uma bula única para uma substância poderia ficar do tamanho de um catalogo telefônico, pois existem medicamentos homeopáticos com mais de 4.000 sintomas.
As doses 
Os medicamentos Homeopáticos para serem prescritos necessitam, além da semelhança com os sintomas do paciente, de uma potência adequada ao caso de cada paciente. Ou seja,precisam ser diluídos e agitados de acordo com a orientação do Médico, que avalia isto durante a consulta. Este processo de manipulação do medicamento se chama
dinamização. Para obtenção da dinamização, normalmente os Farmacêuticos utilizam, entre outras, as técnicas chamadas de CH (Centesimal Hahnemanniana), de FC (Fluxo contínuo), que são as mais comuns. Estas técnicas de dinamização podem significar de alguns minutos a dias de trabalho ininterrupto, o que explica as eventuais demoras na feitura de medicamentos que não estejam em estoque. 
Como pode ser administrado 
Para que o medicamento homeopático possa ser tomado, é necessário que ele seja veiculado em substâncias inertes para sua absorção, após a obtenção do medicamento dinamizado. Normalmente usa-se como veículo a lactose, que é o açúcar de leite, nos medicamentos em forma de pós (embalados em papéis) ou em tabletes. Os medicamentos em forma de glóbulos já usam como veículo a sacarose, que é o açúcar de cana. Os de forma líquida utilizam na veiculação água alcoolizada e, por isto, têm gosto de álcool. Já as formas de pomadas, óvulos e supositórios são obtidos com as tinturas-mães misturadas em vaselina sólida, nas proporções adequadas. 
Como tomá-lo
     •Tome o medicamento da maneira indicada e na hora determinada por seu Médico Homeopata. 
     •Deixe que o medicamento entre em contato com a saliva. 
     • Se tiver de tomar o medicamento em jejum, não usar pasta de dente, nem antes ou depois. Café também, só depois de tomar o medicamento. Deixe para escovar os dentes 10 minutos depois. Lembre-se que o jejum é de hálito e não de estômago. 

     • Evite o contato com as mãos. Use as tampinhas dos frascos para tomar os glóbulos e tabletes. 
     • No caso de medicamento em solução alcóolica, bastam algumas gotas em dois dedos de água filtrada. 
     •Não ingerir bebidas alcóolicas junto com a medicação. 
 
     • Não reutilize o frasco após o término do medicamento. Escalde com água fervendo os utensílios que entrarem em contato com o medicamento homeopático ou use material descartável. 
     •Todo medicamento deve ficar fora do alcance das crianças. 
     •Em caso de ingestão acidental, comunicar imediatamente ao médico. Se não encontrá-lo, procure uma Farmácia Homeopática.
Sua conservação 
     •O medicamento Homeopático é sensível a cheiros fortes (“saches”, capim cheiroso, etc.), excesso de luz, umidade e calor. 
     •Deve ser guardado em uma caixa exclusiva para ele, em local seco e fresco. 
     • Evite guardá-lo no banheiro, devido à umidade e ao cheiro de perfumarias, sabonetes, cosméticos, e etc. 

     •Não deve ficar junto com produtos que contenham cânfora ou mentol (Vick®, pasta de dente, etc.), nem próximo de cheiro de cigarros. 
     •No carro, ele deve ser protegido do calor e da luz direta do sol. 
     •Ele é sensível ao Raio-X e outras radiações, o que significa dizer que não deve ficar próximo da tela de TV ligada ou de alto-falante sob pena de ser inativado. 
     •Caso vá viajar, peça à Farmácia um atestado para seu medicamento e não se esqueça de levar a receita de seu médico. Nos aeroportos, não deixe seu medicamento na mala ou bolsa de mão, pois elas sempre são radiografadas.  Carregue-o em um bolso de sua roupa, pois detectores de metais não o afetam tanto quanto o Rx.
Importante !! 
     •Não se automedique. 
     • Não repita receitas por conta própria. 
     •Não aceite indicação de medicamento dada em balcão de farmácia. 
     •Não recomende a amigos ou parentes o seu medicamento. 
     •Não utilize por conta própria medicamento de amigos ou parentes. 
     •Não esqueça que um medicamento Homeopático pode ter tantos ou mais efeitos colaterais quanto um alopático.
E lembre-se ! ! 
     A indicação do medicamento Homeopático depende de uma analise profunda da totalidade dos sintomas do paciente. Somente o Médico Homeopata está habilitado a fazer esta análise. É por isto que, no tratamento Homeopático, as consultas devem ser freqüentes. 
 
  • A Homeopatia trata o doente e não a doença.  
  • O medicamento de uma pessoa pode não ser de outra, mesmo que a doença seja a mesma.
  • Se quiser ajudar alguém, recomende um tratamento. Homeopático, não o seu próprio medicamento.  
  • Florais e Fitoterapia (tratamentos com ervas) não são tratamentos homeopáticos. 

  Esta página faz parte da série "Boletim Homeopático" e é editado por:
Dr. Marcos Dias de Moraes > > (http://www.hexanet.com.br/~marcosdm/marcosdm.html) 

Homeopatia Pronto Atendimento






O que é homeopatia, como atua, quais indicações.


ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

 
Mudar hábitos não é uma tarefa fácil, mas também não é impossível. Muitas pessoas sabem o que devem saber, mas não conseguem adquirir a prática de fazer as coisas certas. Na hora de se alimentar de maneira saudável não é diferente. É preciso entender que nutrir o corpo, não tem relação, apenas com matar a fome, é importante saber oferecer todos os nutrientes e vitaminas necessárias para que ele se desenvolva da melhor maneira possível. E essa ação reflete no humor, libido, energia, qualidade e longevidade de vida. Então, que tal começar a inserir novos hábitos na rotina alimentar?

Pensando nisso, separamos algumas dicas sobre o que fazer e o que não fazer na hora de mudar a dieta. Para um bom resultado, lembre-se que a primeira e mais importante dica é a conscientização.

O QUE FAZER

- A mastigação é muito importante para a digestão e para a sensação de saciedade. Por isso, mastigue muito bem os alimentos.
- Consuma bastante água durante o dia, no intervalo das refeições. O ideal é beber entre 1,5 e 2 litros por dia.
- Prefira as carnes magras, como aves sem pele e peixes. Se possível, cozinhe, grelhe ou asse os alimentos.
- Comece as refeições pelas saladas. Legumes e vegetais são ótimos para aquecer o estomago e evitar o exagero.
- Aposte em alimentos saudáveis, frutas e verduras carregam grandes quantidades de nutrientes, trazendo muitos benefícios para a saúde.

O QUE NÃO FAZER

- Não almoço ou jante enquanto assiste televisão ou lê jornal. O cérebro não conseguira assimilar as duas atividades e a saciedade demorará mais para aparecer.
- Evite as frituras , alimentos empanados e condimentados, o uso excessivo de sal e o açúcar refinado e cozinhar demais os alimentos.
- Não consuma muito liquido durante as refeições. O ideal é beber 30 minutos antes ou uma hora depois de se alimentar.


Constelação Familiar


Cinesiologia - A Importância dos Movimentos


A Cinesiologia é a ciência que estuda os movimentos humanos.
Através dela podemos perceber e compreender muitas coisas que ocorrem na nossa vida, podendo assim torná-la melhor.
Qual a primeira impressão que se tem ao olhar um pequeno gatinho parado e enrolado? Está sem vida! Mas, a partir do momento que se constata que seu abdômen sobe e desce, conclui-se que ele apenas dorme tranquilamente. Então, movimento é vida! Não há como viver sem ele.
Nossos movimentos são possíveis pela ação muscular. É através da contração dos músculos que o ser humano é capaz de realizar façanhas extraordinárias, como saltar 2,45 metros de altura, pular mais de 8 metros de distância, correr 100 metros em menos de 10 segundos, terminar uma maratona em pouco mais de 2 horas, levantar mais que o próprio peso corporal no halterofilismo, realizar vários giros no ar na ginástica, saltos ornamentais ou no skate.
Acariciar alguém, pintar um quadro, dançar uma valsa, também são exemplos desse magnífico controle que temos sobre os músculos. Ações inconscientes, como controlar o fluxo sanguíneo para nossos órgãos, arrepiar os pelos ao sentir frio, regular o foco da visão, ou simplesmente sorrir são possibilitadas pela ação dos nossos músculos.
Entretanto, esta maravilha que protege órgãos, faz com que possamos nos expressar, dá forma ao corpo, ou coloca pão na mesa do trabalhador, precisa ser exercitada, precisa ser usada com intensidade razoável, sob pena de falir.
Então, devido ao o extremo avanço tecnológico conseguido pelo Homem, nossas vidas tornaram-se muito mais confortáveis, porém essa tecnologia substituiu o duro trabalho dos nossos músculos.
É muito melhor apertar um botão do que descer na chuva para abrir um portão. Quem trocaria sua TV de controle remoto por outra que obriga a pessoa sair de sua confortável poltrona toda vez que quiser trocar de canal? Só que esta "lei do mínimo esforço" traz inúmeros problemas ao indivíduo.
Devido à insuficiente utilização diária dos músculos do corpo, temos este importantíssimo sistema corporal atrofiando, ou seja, entrando em falência. Quando não são colocados para trabalhar durante muito tempo, enfraquecem tanto que tornam a simples atividade comum de um dia algo cansativo. Ficar em pé, subir lances de escada, apoiar-se numa perna só durante o banho, ou trocar o gás de casa, tornam-se tarefas difíceis.
Por isso, coloque seus músculos para funcionar. Torne sua vida mais ativa e logo verá os benefícios físicos e psicológicos.
Um dia tem 24 horas e, normalmente, utilizamos 8 horas para dormir, 8 horas para trabalhar e 8 horas para as demais atividades. Dificilmente não encontraremos nessas 8 últimas horas citadas um espaço de 30 minutos, 3 vezes por semana para que possamos investir em nós mesmos.
Utilize esse tempo para movimentar-se com uma intensidade maior do que comumente faz. Caminhar ou pedalar uma bicicleta são apenas 2 exemplos das incontáveis atividades que podem deixar você mais ativo do que é hoje. Movimente-se e seus músculos agradecerão por lembrar deles!


Fonte: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?740

Estudo mede benefícios clínicos do efeito placebo no tratamento da enxaqueca



Quando o assunto é dor, a expectativa de melhora gerada na mente do paciente pelas palavras do médico na hora de prescrever um remédio pode ser tão importante para a eficácia da terapia quanto os efeitos farmacológicos do medicamento no organismo, segundo um estudo publicado por pesquisadores da Faculdade de Medicina de Harvard.
A pesquisa avaliou a influência do efeito placebo no tratamento de pacientes com enxaqueca e concluiu que uma pílula inócua pode ser quase tão eficiente quanto um medicamento de verdade no alívio da dor de cabeça durante um ataque, até mesmo quando o paciente sabe que está tomando um placebo. A eficácia, tanto da medicação de verdade quanto da pílula inócua, segundo os autores, está diretamente relacionada à mensagem recebida pelos pacientes no momento da prescrição. Em ambos os casos, aqueles que receberam mensagens positivas se beneficiaram mais da terapia do que aqueles que receberam mensagens neutras ou negativas.
“Fica claro que cada palavra na clínica conta”, disse ao Estado Ted Kaptchuk, um dos pesquisadores que liderou o estudo no Beth Israel Deaconess Medical Center, em Boston. Publicado hoje na revista Science Translational Medicine, o estudo apresenta “a medição mais precisa do efeito placebo feita até hoje”, segundo ele.
Vários estudos já demonstraram que o efeito placebo pode trazer benefícios clínicos reais – em outras palavras, que a melhora relatada pelos pacientes que tomam placebo não é apenas “imaginação”. Mas nenhum até agora, segundo Kaptchuk, havia sido capaz de medir exatamente o tamanho desse efeito, separando-o dos efeitos farmacológicos diretos da medicação real.
Com base nos resultados, os pesquisadores calculam que 50% da melhora observada em qualquer um dos pacientes, em qualquer uma das condições avaliadas no estudo, foi devida ao efeito placebo – que ou agiu “por conta própria”, associado à ingestão da pílula inócua, ou em “parceria” com os efeitos farmacológicos da droga, quando os pacientes tomavam o remédio de verdade.
Metodologia. O experimento foi realizado com 66 pacientes recrutados no hospital, que registraram os efeitos de medicação versus placebo no tratamento de seis ataques de enxaqueca cada um. No início de cada ataque, o paciente deveria abrir um envelope contendo uma pílula, que poderia estar identificada de três maneiras: placebo (mensagem negativa); placebo ou remédio (mensagem neutra); ou remédio (mensagem positiva). Trinta minutos depois, ele deveria tomar a pílula e registrar o “tamanho” da sua dor, dando a ela uma nota de 0 a 10. Duas horas depois de tomar a pílula, ele deveria registrar o nível de redução (ou não) da dor, dando a ela uma nova nota de 0 a 10.
Embutido nesse protocolo de pesquisa, havia também uma “pegadinha”: metade das pílulas identificadas como placebo eram na verdade remédio, e metade das pílulas identificadas como remédio eram, na verdade, placebo. Isso permitiu aos pesquisadores isolar os efeitos de um versus o outro. Ou seja, quando o paciente tomava o remédio achando que era uma pílula inócua, o que se observava era exclusivamente o efeito farmacológico da droga, sem a “adição” do efeito placebo que costuma ser induzido naturalmente por qualquer tipo de atendimento médico (a pessoa se sente melhor “automaticamente” pelo simples fato de receber atenção e/ou estar sendo medicada). E vice-versa.
Para surpresa dos pesquisadores, a percepção de redução da dor relatada pelos pacientes foi praticamente a mesma nos dois casos: tanto das pílulas inócuas identificadas como remédio quanto do remédio identificado como placebo. O que mostra, segundo Kaptchuk, o tamanho do efeito clínico real de cada um.
Outro resultado surpreendente é que muitos pacientes melhoraram tomando placebo, mesmo quando sabiam que estavam tomando uma substância inócua (e ela era inócua mesmo, apesar de simular a coloração e o gosto do medicamento real). Nesses casos, a melhora foi bem inferior à relatada nos outros cenários (de mensagens neutras ou positivas), mas, ainda assim, estatisticamente e clinicamente válida: redução média de 14,5% na dor após duas horas, comparado a um aumento médio de 15,4% quando o paciente não recebia tratamento nenhum (nenhuma pílula).
Kaptchuk já havia registrado esse mesmo fenômeno em 2010, num estudo com pacientes com síndrome do intestino irritável, publicado na revista PLoS One. (veja post anterior no blog: Placebo, sem enganação)
Aplicabilidade. Segundo Kaptchuk, isso corrobora a tese de que o simples fato de tomar pílulas e receber atenção médica é suficiente para induzir um efeito placebo clinicamente válido. Ele defende que isso seja debatido na comunidade médica como uma forma de terapia – tomando cuidado, porém, para que “entusiasmo não seja confundido com enganação”.
O medicamento contra enxaqueca usado no estudo foi o Maxalt, produzido pela farmacêutica Merck, que foi uma das financiadoras da pesquisa, junto com os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) dos EUA. Felizmente para a empresa, o efeito da droga foi superior ao do placebo na avaliação geral: redução média de 47,6%  versus 20,7% na dor após duas horas, respectivamente.
“Tome duas jujubinhas e me liga de manhã”, diz o médico, em um cartoon americano sobre o efeito placebo.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/herton-escobar/placebo-enxaqueca/

Encontro de Constelação Familiar


Exercício físico é melhor do que atividade intelectual para preservar a memória


Estudo sugere que treinar é fundamental para proteger o cérebro de idosos


Uma pesquisa publicada na versão online da revista Neurology aponta que praticar exercícios físicos pode ser mais relevante do que realizar atividades intelectuais quando o assunto é preservar a memória de idosos. Para chegar à conclusão, especialistas da University of Edinburgh, na Grã-bretanha, acompanharam quase 700 voluntários de 70 anos.
Pesquisas anteriores provaram que o segredo da longevidade é estar sempre ativo, tanto intelectual quanto fisicamente. Entretanto, para avaliar qual dos dois retardava mais a redução dos volumes das massas cinzenta e branca do cérebro, ligadas à memória e à cognição, foram realizadas entrevistas e exames em 691 idosos durante três anos. Os dados recolhidos eram sobre os níveis de atividade física, hobbies, entre outros hábitos.
Os resultados mostraram que as pessoas que praticavam mais atividade física foram os que apresentaram maior volume das massas cinzenta e branca no cérebro. Além disso, esses idosos também estavam mais protegidos contra lesões no órgão. Mais estudos são necessários para quantificar a diferença entre os fisicamente ativos e os intelectualmente ativos.
Com o tempo, é normal que as massas cinzenta e branca diminuam, como efeito natural do envelhecimento. Ainda assim, é possível preservar as habilidades ligadas a essas regiões com bons hábitos, como cultivar uma dieta equilibrada.

Alimentos amigos da memória

Priorizar determinados alimentos no prato é uma das estratégias recomendadas para quem quer preservar a memória. Conheça a seguir algumas opções amigas do seu cérebro:
Glicose
A glicose é o principal combustível para o funcionamento dos neurônios cerebrais. Sua deficiência pode comprometer o raciocínio e a concentração. Por isso, não fique longos períodos sem comer e consuma muitas opções integrais, legumes e frutas.
Zinco
O zinco protege os neurônios dos radicais livres, atuando na atividade neuronal, na memória e na concentração. Ele pode ser encontrado em carnes vermelhas, ovos e laticínios.
Selênio
O selênio auxilia substâncias, como a serotonina e a dopamina, na transmissão de mensagens entre os neurônios e o bom funcionamento cerebral. Consuma o nutriente ingerindo grãos, alho e nozes.
Ferro
Esse mineral é essencial no transporte de oxigênio para os tecidos. Com baixa oxigenação, sentimos fadiga, temos perda de memória e apresentamos dificuldade de nos concentrar. Grãos integrais, ervilha e lentinha são algumas de suas fontes.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/fitness/materias/15724-exercicio-fisico-e-melhor-do-que-atividade-intelectual-para-preservar-a-memoria

Exercícios diminuem procura de idosos por unidade hospitalar


Pesquisa constatou redução de 35% na procura por tratamento



A prática de atividade física, sem dúvida, ajuda o nosso corpo a ficar fortalecido e longe de uma série de doenças. Agora, o estudo realizado pelo Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) mostra que os exercícios podem fazer com que os idosos busquem unidades hospitalares com menos frequência. Os resultados serão publicados ainda esse ano na Revista Brasileira de Medicina do Esporte.

Durante um ano, foram analisados dois grupos de pacientes com média de idade de 79 anos. O primeiro, com 48 idosos, praticou atividade física durante seis meses. Já o segundo, com 44, abriu mão dos exercícios neste mesmo período. Passados os seus meses, a amostragem foi avaliada a partir de entrevista e prontuário médico. O levantamento constatou redução de 35% no uso da unidade hospitalar por parte do grupo que praticou atividade física, comparado ao sedentário.

Houve também diminuição considerável no número de cirurgias, internações, exames de alta complexidade, uso do pronto-socorro e consultas ambulatoriais entre aqueles que fizeram exercícios. Para o especialista em medicina do esporte Samir Salim Daher, do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE) e coordenador do estudo, a prevenção por meio das atividades físicas traz vantagens aos pacientes e também às unidades hospitalares, desocupando leitos e evitando a realização de procedimentos de maior complexidade. "Para um hospital como o HSPE, onde 60% dos pacientes internados são da terceira idade, a prevenção pode beneficiar outras pessoas que necessitam de atendimento médico", destaca.

Terceira-idade: mudanças dessa fase afetam paladar, equilíbrio e até olfato
Por muito tempo os idosos foram considerados sinônimos de invalidez, como se fossem velhinhos que não entendem muito bem o que falamos ou que não consegue fazer nada sozinho - mas isso está longe de ser verdade. Hoje vemos muitos homens e mulheres com mais de 60 anos que estão ativos, levando suas vidas com saúde e um sorriso no rosto. No entanto, é importante entender que mesmo com essa mudança de paradigma, o envelhecimento chega acompanhado de certas mudanças que na maioria das vezes são deixadas de lado. "Muitas pessoas se preocupam com o declínio cognitivo e ossos mais fracos, mas há outras preocupações menos conhecidas que merecem atenção", explica o geriatra Roberto Dischinger, responsável pelo residencial para a terceira-idade Lar Sant'ana, em São Paulo. É importante estarmos cientes dessas mudanças para poder encontrar as melhores formas de contorná-las ou preveni-las, incentivando o envelhecimento saudável. "Cuidados com a alimentação, prática de exercícios, controle de estresse e doenças, assim como consultas médicas periódicas, têm relação direta com a manutenção da qualidade de vida e a prevenção de doenças desde a juventude", afirma o geriatra. Confira quais são as mudanças desconhecidas da terceira idade e entenda melhor esse processo:

idosa cortando tomates - Foto Getty Images

Dificuldades no paladar

A partir dos 60 anos, é comum ocorrer no idoso uma diminuição na capacidade de perceber gostos doces e salgados dos alimentos, enquanto os sabores ácidos e amargos se mantêm inalterados. "Isso acontece devido à atrofia das papilas gustativas que são responsáveis pelo paladar", diz o geriatra Roberto Dischinger, responsável pelo residencial para a terceira idade Lar Sant'ana. Outro fator que também pode alterar o paladar é o uso de certos medicamentos. O especialista afirma que é esse é o motivo porque os idosos tendem a acrescentar mais sal ou açúcar aos alimentos. "Uma alternativa é acrescentar temperos naturais aos pratos, tais como alho, cebola, cheiro verde, orégano e manjericão, que realçam o sabor dos alimentos e eliminam essa dificuldade", afirma a nutricionista Flavia Medeiros Leite, coordenadora do Programa Crescer e parte da equipe multidisciplinar do Lar Sant'ana. "É importante também que o momento da refeição seja atrativo, com pratos variados e balanceados, pois com a diminuição do paladar o idoso tende a diminuir a ingestão de alimentos, podendo ficar com um quadro de desnutrição."

Fonte: http://www.minhavida.com.br/fitness/galerias/16930-exercicios-diminuem-procura-de-idosos-por-unidade-hospitalar

Prática regular de Exercício Físico


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Prática regular de Exercício Físico

A prática regular de excercício físico auxilia a manter um peso adequado, melhora o condicionamento cardiovascular, reduz níveis de colesterol (total e LDL-c), aumenta níveis de HDL-c (colesterol bom), colabora na redução dos níveis tensionais (pressão arterial) e níveis glicêmicos (coadjuvante no tratamento do diabetes), aumenta liberação de endorfinas (substâncias  que aumentam a sensação de prazer e bem estar), além de tantos outros benefícios. Dedique tempo à prática de exercícios. Melhore seu desempenho em diversas áreas da sua vida. Anime-se! Muitas mudanças em nossas vidas dependem de nossas escohas e de progredir decididamente.

Que Exercícios posso realizar? Procure teu cardiologista, tenha um acompanhamento regular para seu médico te conduzir à conquista de qualidade de vida. Confie no seu médico. Permita que ele te oriente no que pode ser melhor para tua saúde. Confie no tratamento que ele te sugerir. Busque ter com o teu médico uma relação de confiança e parceria. A correria do dia a dia nos conduz para o risco do individualismo e da auto-suficiência. Porém, precisamos uns dos outros, precisamos somar nossos conhecimentos para o bem comum. Se nós próprios traçarmos e decidirmos o que é melhor para nós mesmos sozinhos, corremos um risco enorme de errar, e na saúde, um erro pode não ter reversão.

Fome oculta: fique de olho



Diferente da fome “normal”, em que o estômago ronca para avisar que está na hora de se alimentar, a oculta acontece quando o organismo fica carente de nutrientes. “Apesar de o corpo sentir fome das vitaminas e dos minerais que estão em falta, a pessoa não tem consciência disso e instintivamente acaba consumindo o que está habituada. Ou seja: uma alimentação que não oferece os elementos que estão em falta. Isso é muito comum em obesos”, avisa a nutricionista Maria Rita Marques de Oliveira, professora do Instituto de Biociências de Botucatu da Universidade Estadual Paulista .

Como é de supor, está na mira da fome oculta quem é adepta das refeições práticas, congeladas e de fast-food ou tem uma dieta natural, porém monótona. Em outras palavras: quem come sempre as mesmas frutas, verduras e legumes, e preparados da mesma forma. Geralmente, a síndrome só é percebida quando o corpo começa a dar sinais de que algo não está bem. Daí a importância de ficar atenta à indisposição sem motivo aparente para realizar tarefas cotidianas, ao aumento repentino no número de fios de cabelo no travesseiro ou no ralo do banheiro, à maior quantidade de vezes que fica gripada. “Se não corrigida, a fome oculta torna a pessoa mais suscetível a osteoporose, depressão e diabetes, entre outras complicações”, alerta Maria Rita.

Mas evitar tudo isso é simples 

Basta seguir uma alimentação à base de ingredientes naturais e variar nas escolhas dos itens, bem como na forma de preparo, além de consultar um especialista. “Isso porque há casos em que é preciso associar à dieta a suplementação nutricional, por exemplo”, conclui a nutricionista.
 
Fonte: http://www.atmosferafeminina.com.br/Vida/Alimentacao/Nutricao_Avancada/Fome_oculta__fique_de_olho

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